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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

SAUDADES


O ator Older Cazarré faleceu aos 57 anos de idade no dia 26 de fevereiro de 1992, vítima de uma bala perdida.O ator fez 61 filmes, alguns programas de humor e várias novelas, entre elas: "Ti ti ti"(1985), "Feijão Maravilha" (1979), "O Julgamento" (1976), e "Fera Radical" (1988), que estava sendo reprisada na ocasião..

Rosa (Léa Garcia) na novela "Escrava Isaura" (1976)


Uma escrava invejosa, vingativa, mentirosa, intrigueira e dissimulada. Assim era Rosa. Não media esforços para atacar Isaura, sua principal rival. A escrava branca tinha tudo o que Rosa não tinha: educação, talento musical, roupas de fidalga e o carinho de sua madrinha, Ester Almeida, o que já era mais do que suficiente para despertar a ira da escrava malvada. Enquanto Isaura morava na casa grande, Rosa vivia na senzala, junto aos outros escravos da fazenda. Ao lado de Francisco, feitor na fazenda do comendador Almeida, ela tramou as maiores barbaridades para acabar de vez com a doce Isaura. O derradeiro plano de Rosa foi envenenar sua inimiga durante a festa de comemoração à libertação dos escravos. Mas como o feitiço vira contra o feiticeiro, Rosa acabou morrendo com o próprio veneno, e olha que ela nem precisou morder a própria língua. Ela certamente está queimando no fogo do inferno bem ao lado de seu amo e senhor: o capeta Leôncio!
www.telehistoria.com.br

Lili Bolero (Consuelo Leandro) na novela "Cambalacho" (1986). CAMBALACHO

PERSONAGEM INESQUECÍVEL
Se os deuses não tivessem tramado contra Lili Bolero, ela ocuparia hoje o lugar que é de Ângela Maria na história da música popular brasileira. Por ironia do destino, o violinista que acompanhava Lili em um show de calouros da rádio nacional rompeu a corda do violino, fazendo com que a estrela desafinasse, e assim perdesse o primeiro lugar para a "Sapoti". Assim sendo, Lili teve que se conformar em servir de "cantora fantasma" para a filha, a desafinada Albertina Pimenta, ou melhor, Tina Pepper.

HOMEM NA LUA


Um dos grandes momentos da televisão foram,as imagens do Homem Pisando no solo lunar,

dia 20de julho de 1969.Graças ao Satélite intelsat- 3,47 paises assistiam a cena de niel Arms trong pisando na lua no Brasil, as imagens foram vistas nas Primeiras Horas do dia seguinte , AO VIVO nas Regiao sul e sudeste Graças ao Pool Formado pelas redes Associadas ea Globo

Foram vistas Por 5,5 milhoes de pessoas e de quase 100% da audiência

domingo, 28 de setembro de 2008




DÓRIS GIESSE


No começo dos anos 1990, Dóris Giesse era uma das apresentadoras mais valorizadas do Brasil. Era bonita, simpática, inteligente e charmosa. Tinha participado, na década anterior, de uma experiência brilhante, o Jornal de Vanguarda, noticiário da Rede Bandeirantes. Como âncora, ela coordenava um telejornal em que os comentaristas eram nomes de peso como Fernando Mitre, Fernando Gabeira, Waly Salomão, Matinas Suzuki Jr., Fausto Wolff e Newton Carlos. Nada mais natural que chamasse a atenção da Rede Globo e, por tabela, ganhasse um programa em que fosse protagonista. Assim surgiu Dóris para Maiores, com direção de Guel Arraes e José Lavigne e que misturava notícias jornalísticas - sob a coordenação de Claufe Rodrigues - e humor com textos da turma que daria origem ao Casseta & Planeta - Cláudio Manoel, Marcelo Madureira, Beto Silva, Bussunda, Helio de La Peña, Hubert e Reinaldo.Mensal, Dóris para Maiores era apresentado às terças-feiras. O programa era todo estruturado em seções ancoradas pela imagem e pela fala de Dóris. As matérias quase sempre eram de comportamento, ressaltando fatos interessantes, curiosos, pitorescos, com um viés humorístico. Além de Dóris, o programa contava com a participação de comentaristas como Paulo Francis e Ana Maria Bahiana. Na parte não-jornalística, Dóris interpretava a andróide Dorfe, contracenando com os atores Diogo Vilela, Débora Bloch e Zezé Polessa. O quadro, um esquete futurista, era escrito por Alexandre Machado, que mais tarde ficaria famoso como o criador (ao lado da mulher, Fernanda Young) do seriado Os Normais. A proposta do Dóris para Maiores não foi muito bem aceita pelo público, e a atração durou apenas uma temporada, entre abril e dezembro de 1991. Com o fim do programa, Dóris passou a apresentar o Fantástico.



FORA DA TELINHA


Quando foi convidada para a TV, Dóris Giesse já era conhecida como modelo e formada como bailarina clássica pela Royal Academy of Dance. Sua carreira televisiva começou na metade dos anos 1980, quando apareceu como uma das modelos da abertura da novela Brega & Chique. Após a temporada na Globo, Dóris nunca mais obteve sucesso. Teve uma breve passagem pelo SBT, entre 1994 e 1995, apresentando o SBT Repórter e o TJ Brasil, seguindo posteriormente para a Rede Record. Nos últimos tempos, dedicou-se ao seu blog e à produção de poemas. Dóris voltou aos noticiários no ano passado, quando caiu do oitavo andar de um prédio em São Paulo e sobreviveu ao ter a queda amortecida por um telhado de amianto. Foi especulado que teria sido tentativa de suicídio, mas sua assessoria de imprensa explicou que ela caiu enquanto tentava resgatar seu gato.






Publicado no Jornal zero Hora

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Novelas Mexicanas

Em maio de 91, abrindo as comemorações de 10 anos do SBT, o canal consegue grande sucesso com “Carrossel” (que teria três reprises), “Rosa Selvagem” e “Ambição” (que também ganham reapresentação). “Simplesmente Maria” e “Quinze Anos” também são exibidas, e reprisadas no meio da década, pela CNT. Já em 92, o sucesso de tramas infantis prossegue com “Vovô E Eu” (igualmente reprisada)









http://centraldenoticias.wordpress.com

Novelas Mexicanas


A primeira trama mexicana exibida foi “Os Ricos Também Choram”, em 1982. Em 2005, ganhou remake brasileiro. No ano seguinte, vieram “Desprezo” e “O Direito de Nascer” (cujo remake foi produzido em 97 e exibido em 2001). Em 84, é a vez de “Estranho Poder” e da primeira trama mexicana infantil “Chispita”, que até 96 viria a ser reprisada seis vezes, totalizando sete exibições. No ano seguinte, a emissora continua apostando no gênero e traz “Angelito” e “Lupita”. Além de “Viviana, em Busca do Amor” e “Soledade”. Em 86 e 87 a emissora só transmitiu duas tramas inéditas. Foram elas “Só Você” e “A Vingança”. Algumas dessas tramas ganham reprises, no início dos anos 90.









http://centraldenoticias.wordpress.com

O Satélite De Transmissões


A primeira transmissão via satélite, foram feitas em 1960, porem este
Satélite não era ativo, ou seja, era um simples refletor passivo dos sinais Enviados na terra.
Em 1962 o primeiro satélite ativo foi lançado, o Telstar, este convertia a
Freqüência dos sinais (opilem e dowlink), evitando assim interferências. Mas o Telstar exigia antenas moveis, pois não era um satélite geo. estacionárioFatores Motivadores
Sem dúvida, o maior fator motivador para a utilização de satélite como meio de transmissão, foi a inexistência de meios físicos entre localidades alvo da comunicação. Como os satélites podem cobrir praticamente quaisquer áreas do globo terrestre, são a melhor opção para atingir pontos de difícil acesso..
Outro fato determinante para a utilização de satélites como meio de transmissão foi a indisponibilidade de meios de transmissão digital a baixo custo. As atuais redes digitais não existiam ha 10 anos atrás. Os serviços analógicos de transmissão, como o Transdata, apresentavam taxas de erro na ordem de 1X10-5, contra 1X10-7 dos serviços digitais atuais.
O custo dos meios de transmissão analógicos também foi um fator motivador do usa da tecnologia satélite, tendo, todavia, deixado de ser, nos últimos anos.






www.bnbolsa.com.br

terça-feira, 2 de setembro de 2008

ROBERTO MARINHO


Proprietário do maior conglomerado de comunicação do Brasil e um dos maiores do mundo, as Organizações Globo, Roberto Marinho foi um dos homens mais poderosos e influentes do país no século 20.

Em sete décadas de trabalho, atuou nas mídias de rádio, televisão, jornal, editora, produção de cinema, vídeo, internet e distribuição de sinal de TV paga e de dados. Suas empresas atravessaram a virada do século 21 com mais de 15 mil funcionários e faturamento de aproximadamente US$ 2 bilhões, tornando-se um dos homens mais ricos do mundo, segundo a revista Forbes.

Filho do jornalista Irineu Marinho Coelho de Barros e Francisca Pisani Barros, Roberto Pisani Marinho nasceu no Rio de Janeiro no dia 3 de dezembro de 1904 e teve mais quatro irmãos, dois homens e duas mulheres.

Educado na Escola Profissional Sousa Aguiar e nos colégios Anglo-Brasileiro, Paula Freitas e Aldridge, o empresário teve sua vida sempre ligada ao jornalismo. Em 1911, seu pai fundou o jornal A Noite, o primeiro vespertino moderno no Rio de Janeiro, que logo conquistou a liderança de vendas entre os vespertinos da então capital da república.

Início do Império Globo
Após vender A Noite, Irineu Marinho lançou o jornal 'O Globo', também vespertino, no dia 29 de julho de 1925, com uma tiragem de 33.435 exemplares. Nessa época, Roberto Marinho, com 20 anos, foi trabalhar com o pai, atuando como repórter e secretário particular.

Apenas 21 dias depois do lançamento do jornal, Irineu Marinho morreu de infarto enquanto tomava banho em sua casa. Apesar da pressão da família para assumir a direção do vespertino, Roberto Marinho preferiu deixar o comando da empresa nas mãos do jornalista Euclydes de Matos, amigo de confiança de seu pai. Enquanto isso, continuou trabalhando como copidesque, redator chefe, secretário e diretor. Somente com a morte de Euclydes de Matos é que assumiu a direção do periódico, em 1931.

Em oposição ao jornalismo partidário que ainda se praticava em outras mídias, 'O Globo' surgiu como um canal noticioso, defendendo causas populares e a abertura do país ao capital estrangeiro. Apesar de o jornal ser na época o principal meio de comunicação do grupo, o crescimento da empresa aconteceu com a venda de histórias em quadrinhos norte-americanas e de empreendimentos imobiliários.

No final de 1944, o empresário comprou a rádio Transmissora e lançou sua primeira emissora, a rádio Globo, que marcou o início da formação do seu conglomerado de mídia. Onze anos depois, ganhou a concessão de sua primeira estação de TV.

O início das transmissões do novo canal foi em 1965, quando o jornalista tinha 60 anos, com o início das transmissões do Canal 4, a Globo do Rio. No ano seguinte, o empresário adquiriu em São Paulo a TV Paulista, Canal 5, e começou a formar a rede de mais de 113 emissoras entre Geradoras e Afiliadas.

Dinheiro estrangeiro
Como na época não possuía o capital necessário para o novo empreendimento, Marinho se uniu ao grupo norte-americano Time-Life, para quem deu 49% de participação. O grupo trouxe investimentos estimados em US$ 25 milhões e a tecnologias avançadas, que mais tarde seria transformada no chamado "Padrão Globo de Qualidade".

Apesar das críticas e até mesmo da criação de uma Comissão Parlamentar de inquérito para investigar a parceria com o grupo americano, o que era proibido pela constituição, a Rede Globo em apenas cinco anos ganhou projeção nacional e se tornou líder de audiência. Em pouco tempo, a emissora já obtinha mais 75% do total de verbas publicitárias destinadas à mídia televisão. Em 1977, já com o seu império de mídia consolidado, construiu uma fundação com o seu nome, destinada à promoção da cultura e educação no país.

Ao longo de sua vida, Roberto Marinho teve grandes adversários, como Assis Chateaubriand, Carlos Lacerda, Samuel Wainer e Leonel Brizola, frutos de suas conflituosas relações com o poder, o qual muitas vezes foi acusado de ser conivente, principalmente durante o período da ditadura militar, período onde ocorreu o grande crescimento de suas empresas.

Vida pessoal
Casado por três vezes, Roberto Marinho teve quatro filhos, todos frutos de seu casamento com sua primeira esposa, Stela Marinho: Roberto Irineu, José Roberto, João Roberto e Paulo Roberto.

No Réveillon de 1970, seu filho Paulo Roberto, à época com 19 anos, morreu em um acidente de carro, na região dos Lagos, no Rio de Janeiro. O jornalista também foi casado com Ruth Marinho, sua segunda mulher, e, em 1984, casou-se com Lily de Carvalho, com quem viveu o restante de sua vida.

Com a idade avançada, em 1998, Roberto Marinho se afastou do comando das empresas e dividiu com seus filhos o poder das Organizações Globo: Roberto Irineu passou a supervisionar a televisão, enquanto João Roberto passou a dirigir o jornal e José Roberto, o sistema de rádio.

Em 1993, candidatou-se à vaga da cadeira de número 39 da Academia Brasileira de Letras, que antes pertencia ao também jornalista Otto Lara Rezende, sendo eleito no dia 22 de julho de 1993. Apesar de não possuir uma carreira literária, tornou-se "imortal" pelos "serviços prestados ao rádio e à televisão brasileira", com 34 dos 37 votos dos acadêmicos.

O jornalista Roberto Marinho morreu, aos 98 anos, no dia 6 de agosto de 2003. Ele estava em sua casa, no Cosme Velho, pela manhã, quando sofreu um edema pulmonar, provocado por uma trombose. O empresário foi, então, internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Samaritano, em Botafogo, mas não sobreviveu.


www.netsaber.com.br

sábado, 23 de agosto de 2008

A FAMÍLIA TRAPO um dos humorísticos de maior sucesso da TV Brasileira.

Família Trapo foi um programa humorístico da televisão brasileira dos anos 60. Seu enredo desenvolvia-se em torno da vida da personagem Carlos Bronco Dinossauro, o Bronco, interpretada por Ronald Golias.
O nome Família Trapo foi inspirado da família von Trapp, do filme A Noviça Rebelde (The sound of music). Era uma família confusa e divertida, que vivia em volta do Carlos Bronco Dinossauro (Ronald Golias), que era irmão de Helena Trapo, a mãe (Renata Fronzi). Era o cunhado folgado. Tinha como sua vítima maior o seu cunhado Peppino Trapo (Otello Zeloni), o pai. Verinha, a filha (Cidinha Campos) e o filho Sócrates (Ricardo Corte Real) e o mordono Gordon, que era o Jô Soares.

A Família Trapo era Transmitida pela Tv Record- Canal 7-(São Paulo) Rede Record.
Ano de Produção -1967 a 1971 feito em Branco e preto.
As apresentações eram "ao vivo", e os improvisos iam "ao ar", deixando o programa mais engraçado ainda. Num dos episódios que estava sendo feito e gravado, era a última cena do programa e o Golias dava um tiro, e o tiro falhou. Então, o Nilton Travesso um dos diretores do programa, entrou no palco e pediu ao público: dá para vocês rirem de novo ? Por que nos temos que dar este tiro de novo. Rsrsrrs




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